Quase toda empresa tem aquele sistema que ninguém troca e ninguém integra: caro demais para reescrever, importante demais para desligar. Quando ele roda no navegador, a Nimona simplesmente o usa — abre, navega, preenche e confere, como um operador faria. Sem projeto de integração, sem tocar no sistema, sem pedir nada ao fornecedor. É a resposta para quem pergunta se existe IA que usa o sistema da empresa: existe, e é assim.
Entra no sistema pelo navegador, com uma conta própria — nunca a de uma pessoa.
Percorre menu, filtro e busca como um operador treinado percorreria.
Extrai o dado da tela, ou lança o que foi pedido, campo por campo.
Relê o que ficou gravado, guarda o protocolo e anota o passo no registro.
É onde a técnica funciona bem e de forma estável. Fora do navegador a conversa é outra — e a gente prefere dizer isso na primeira reunião a descobrir junto na implantação.
A Nimona nunca usa o login de uma pessoa: tem a própria credencial, com as permissões mínimas que o trabalho exige — o que mantém a trilha de auditoria do sistema honesta sobre quem fez o quê. Os endereços que ela pode abrir são uma lista fechada, e qualquer endereço novo entra como sensível até alguém liberar.
Toda gravação — lançar, aprovar, enviar — passa por aprovação de gente, com o campo e o valor à vista antes de confirmar. Leitura ela faz sozinha; escrita, não.
Mostre a tela numa reunião. A gente diz na hora se cabe, e monta o protótipo em cima dela.
Pela própria tela. Quando o sistema antigo roda no navegador, a Nimona abre a página com uma conta própria, navega pelos menus, lê ou preenche os campos, confere o que ficou gravado e registra o protocolo — como um operador treinado faria. Não há projeto de integração, alteração no sistema nem pedido ao fornecedor.
Não. Funciona com sistema que roda no navegador: portal de fornecedor, sistema interno web, portal de órgão público, painel de terceiro. Fica fora do alcance programa instalado na máquina, terminal antigo de tela verde, sistema que exige cartão ou token físico, e qualquer tela protegida por captcha.
Nunca. A Nimona entra com credencial própria, com as permissões mínimas que o trabalho exige — o que mantém honesta a trilha de auditoria do próprio sistema sobre quem fez o quê. Os endereços que ela pode abrir são uma lista fechada, e endereço novo entra como sensível até alguém liberar.
Conteúdo mantido pela equipe da Venus360, que opera a Nimona em clientes desde 2026. Última revisão em 09 de agosto de 2026.