Em indústria o gargalo raramente é produzir: é a papelada em volta de produzir. A Nimona estuda o catálogo técnico, a tabela de preço e o histórico da casa — e devolve ao time comercial, à compra e à gestão o tempo que hoje vai embora em conferência manual.
Pedido chega em formato de cada fornecedor — e-mail, planilha, PDF. Ela lê, confere contra a requisição, aponta o que veio com preço ou prazo fora do combinado e organiza a fila por urgência real. Compras recebe uma lista curta de decisões, não uma caixa de entrada.
Nota a nota, item a item. O que bate, fecha sozinho; o que diverge sai separado com o motivo apontado — quantidade, valor, imposto ou prazo. O fiscal olha só a exceção.
Ela cruza produção, atendimento de pedido, devolução e prazo, e entrega ao gerente e à diretoria um relatório com o que mudou na semana e onde olhar primeiro. Chega pronto, no dia combinado, sem ninguém montar planilha.
Atualizar tabela de preço, manter documentação de qualidade em dia, cobrar pendência de fornecedor, organizar evidência de auditoria. Trabalho de constância, que é onde gente cansa e ela não.
Não. A Nimona opera o sistema de gestão que a indústria já usa, inclusive o antigo sem integração, abrindo a tela pelo navegador com conta própria. Não há projeto de integração, mudança no sistema nem pedido ao fornecedor do software.
Não. A Nimona monta a proposta com imposto, frete e margem no padrão da empresa, mas quem envia é o vendedor. Dentro do teto de desconto, a proposta fica pronta esperando o envio; acima do teto, ela para e chama o responsável antes de qualquer coisa sair.
O valor sai da análise de viabilidade, porque depende do processo e do volume — uma triagem de pedidos com 30 notas por dia custa diferente de uma com 3 mil. A cobrança combina implantação e operação por agente, com teto de gasto definido pela empresa e consumo medido tarefa a tarefa.
Conteúdo mantido pela equipe da Venus360, que opera a Nimona em clientes desde 2026. Última revisão em 09 de agosto de 2026.