O colaborador pede em português. A Nimona mostra o plano que montou, executa passo a passo à vista, e para no que precisa de decisão. Não há painel para aprender: o que existe é a conversa, o que ela fez e o que está esperando você.
São 34 notas no lote. Vou comparar item e valor contra o pedido de origem. Duas já saltam por diferença de centavos — pode ser arredondamento do frete, vou marcar separado em vez de tratar como erro.
Tela de demonstração com dados fictícios. No seu ambiente, a conversa é a da pessoa e as regras são as que você definiu.
A qualquer momento a pessoa vê em que nível a Nimona está e quanto tempo falta para ela voltar ao repouso. Subir de nível exige um gesto humano no próprio aparelho; descer é um clique e vale na hora.
Nenhum acesso à máquina. É onde ela fica por padrão.
Vê configuração, arquivo e rede para diagnosticar. Não escreve nada.
Escreve arquivo, roda comando, opera tela. Comando perigoso pede aprovação.
A Nimona aparece, caminha e fala em momentos declarados: no primeiro uso, no resumo da manhã, quando um trabalho longo termina e quando não há nada pendente. Fora disso, fica quieta.
E some por completo em três lugares: no card de aprovação, no alerta de segurança e no erro com consequência. Onde a pessoa precisa julgar, nada de simpatia — o modo de falha aqui tem nome e idade, e a gente não quer repetir.
Nada aqui é uma opção que alguém pode desmarcar num dia corrido. É como o produto foi construído.
O app conversa com o ambiente da sua empresa por um túnel cifrado que sai da estação para fora. Não abre porta na máquina, não muda a rota da rede e convive com o VPN corporativo que já estiver instalado.
O ambiente da sua empresa não publica endereço nenhum. A única porta que existe é a do próprio túnel — não há painel nem tela de login à espera de quem passar.
A credencial da máquina é guardada pelo cofre do próprio sistema operacional, e o app nunca a manuseia. Identidade de máquina e identidade de pessoa são separadas: revogar uma não depende da outra.
Nenhum histórico é gravado no navegador ou no disco da máquina. Só a preferência de tema e a sessão aberta. Perdeu o notebook, não perdeu dado.
A tela não busca fonte, script ou biblioteca de fora, e não manda medição para lugar nenhum. O que roda na estação veio inteiro do ambiente da sua empresa.
O nível de acesso é decidido no aparelho, não no servidor — e nunca pela própria Nimona. Ela não consegue pedir a própria elevação, o que fecha o caminho de quem tentar plantar essa instrução num documento que ela vá ler.
A demonstração roda em cima de um processo real seu — não com dado de exemplo.